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Mostra Literária levou mais de 1,5 mil pessoas para Usina Chaminé

Mostra Literária levou mais de 1,5 mil pessoas para Usina Chaminé
Mostra Literária levou mais de 1,5 mil pessoas para Usina Chaminé

Manaus/AM - No último domingo (18), milhares de apreciadores da literatura e da arte prestigiaram a primeira edição da Mostra Literária da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), no Centro Cultural Usina Chaminé, no Centro. Mais de 1.500 pessoas participaram do evento entre 16h e 21h e puderam conferir exposições de livros, palestras, oficinas e shows musicais.

A Usina Chaminé foi totalmente ocupada. No salão principal, 16 expositores apresentaram e venderam produtos como livros, revistas, HQs, ilustrações, vinil, artesanato, actions figure e produtos relacionados à cultura geek.

Os sebos Edipoeira e Art Vinil Manaus fizeram a alegria de quem gosta de garimpar obras. Entre os achados, opções de livros, revistas, CDs, DVDs e discos de vinil.

Acessibilidade – Ainda no salão principal, destacava-se o espaço da acessibilidade, no qual os visitantes tiveram experiências de simulação de deficiência visual como a de encontrar, em um cubo fechado, duas peças da mesma forma; datilografar em uma máquina de escrever em Braille; e, com olhos vendados, descobrir texturas iguais, numa espécie de jogo da memória.

“A máquina Braille mostra como a pessoa com deficiência visual escreve e lê, mas temos também livros falados, livros em Braille e tinta, soroban adaptado para que as pessoas tenham essa experiência”, comentou Gilson Pereira, gerente da Biblioteca Braille do Amazonas.

A escritora Ana Peixoto levou toda sua coleção “Coisas da Ana” de livros infantis para o estande. “Os meus livros já foram adaptados. Tenho exemplares só em Braille, em tinta e Braille, audiolivros. Todos são acessíveis”, contou.

Oficinas – As oficinas foram muito procuradas pelos visitantes. Teve oficina de fanzine, com Naldo Cinza; de Aguada de Nanquim, com Turenko Beça; de anatomia para HQs, com Jucylande Júnior e Márcio Reis; e de quadrinho e caricatura, com Eunuquis. Todas realizadas com capacidade máxima de alunos.

Uma das mais disputadas do evento, a oficina de grafitti para crianças movimentou a área externa da Usina. A pequena Aline Monteiro, 8 anos, era uma das mais animadas. “Desenho desde os meus 4 anos. Eu adoro! Aqui já escrevi meu nome e desenhei um coração, uma estrela e uma flor”, contou a pequena, que prendeu a atenção de toda a família enquanto participava da atividade.

Palestras – O evento contou ainda com as palestras “Os últimos falantes do Munduruku”, com Ytange; “Cinema e literatura”, com Diego Bauer; e “Literatura Marginal”, com Rojefferson Moraes.

Música e gastronomia – Na área externa da Usina, a animação ficou por conta da DJ Rissa Sanders; da apresentação de Dança do Ventre do grupo La Azon, formado por meninas da Associação de Pais e Amigos do Down no Amazonas (Apadam); e shows das cantoras Lucinha Cabral, Lucilene Castro e da banda Gramophone.

O espaço também contou com food trucks e tendas de comidinhas, com opções de comida regional como o tacacá até alimentação vegana.

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