O XV Encontro de Tenores do Brasil, que acontece nos dias 12 e 14 de novembro, no Teatro Amazonas, vai reunir em seu repertório árias de óperas e canções tradicionais que atravessam gerações e marcaram a história da música lírica mundial. O evento, marcado para as 20h, vai apresentar obras clássicas da Itália e Espanha como Nessun Dorma, Granada, Vesti la giubba e Funiculì, Funiculà. Os ingressos para o evento continuam à venda na bilheteria do teatro ou pelo site https://shopingressos.com.br/evento/5171,5176/15-encontro-de-tenores-do-brasil .
De acordo com o idealizador do encontro, o tenor Miquéias William, a seleção musical foi pensada para reunir diferentes estilos e proporcionar ao público uma experiência marcada por obras de forte expressão artística e emocional. O programa contempla composições da tradição italiana e espanhola, além de peças de outros importantes repertórios da música erudita. “A proposta é apresentar obras que fazem parte da história da música e que continuam emocionando diferentes gerações, aproximando o público da riqueza e diversidade do canto lírico”, destaca.
Pela primeira vez no Brasil, o tenor italiano Dario di Vietri, presença confirmada no evento, relatou que, para sua apresentação, selecionou árias do repertório de seu país. Já o tenor espanhol David Barrera, preparou um programa que percorre diferentes tradições da música lírica. Entre as escolhas de Barrera está Pourquoi me réveiller, da ópera Werther, do compositor francês Jules Massenet, além de No puede ser, da zarzuela La tabernera del puerto, de Pablo Sorozábal, uma das obras representativas do repertório lírico espanhol.
Ainda integrando a programação do XV Encontro de Tenores do Brasil, na primeira noite a influenciadora e ex-cunhã-poranga do Boi Garantido Isabelle Nogueira, vai declamar a poesia Ser Cabocla, do poeta amazonense Celdo Braga.
“Como todos os anos, nós preparamos um repertório todo especial, assim como as participações de nomes renomados da música, com um único objetivo de levar ao nosso público amazonense um pouco da música clássica e de obras mundiais”, afirma Miquéias William.
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