Manaus/AM - A eleição de 2026 deixou nomes conhecidos da política amazonense fora das oito vagas destinadas ao estado na Câmara dos Deputados. Entre os candidatos que não conseguiram uma cadeira direta estão Átila Lins, Silas Câmara, Jesus Alves, Tadeu de Souza, Thaysa Lippy, Vanda Witoto, Coronel Rosses, Jean Batista e João Carlos.
Pelo sistema proporcional, parte dos candidatos aparece na apuração como suplente. Isso significa que eles não conquistaram uma das oito vagas, mas podem assumir o mandato futuramente caso algum dos eleitos deixe a Câmara para ocupar outro cargo ou se afaste do posto.
Os mais votados que ficaram como suplentes
Tadeu de Souza (PP) — 33.184 votos
O candidato foi um dos nomes que chegaram mais perto de uma vaga direta, mas terminou como suplente.
Thaysa Lippy (União Brasil) — 40.665 votos
Apesar da votação expressiva, não conseguiu uma das oito cadeiras da bancada amazonense.
Vanda Witoto (MDB) — 31.318 votos
A liderança indígena também disputou uma vaga na Câmara, mas ficou na condição de suplente.
Coronel Rosses (PL) — 28.188 votos
O candidato do PL ficou fora da composição eleita, apesar de ter ultrapassado 28 mil votos.
Jean Batista (PL) — 25.991 votos
Também ficou como suplente após a definição das oito cadeiras.
Jesus Alves (MDB) — 22.933 votos
Com quase 23 mil votos, não conseguiu alcançar uma das vagas diretas.
João Carlos (Republicanos) — 22.754 votos
O candidato ficou na suplência do partido.
Delegado Pablo (PL) — 18.942 votos
Ex-deputado federal, Pablo tentou retornar à Câmara, mas não conseguiu a eleição.
Pauderney (PSD) — 13.120 votos
O ex-deputado federal também ficou fora da bancada eleita e aparece como suplente.
Silas Câmara (Republicanos) — 10.624 votos
Outro nome com experiência no Congresso, Silas não conseguiu retornar à Câmara e ficou como suplente.
Átila Lins (PSD) — 7.636 votos
Veterano da política amazonense, Átila Lins também não conquistou uma das oito vagas e aparece como suplente.
Outros candidatos que não foram eleitos
Além dos suplentes, diversos candidatos terminaram a disputa oficialmente como não eleitos. Entre os que tiveram maior votação estão:
Dra. Aryel Almeida (Avante) — 37.925 votos
Delegado Tayah (PT) — 32.344 votos
Joelson Silva (Avante) — 18.698 votos
Anne Moura (PT) — 16.831 votos
Coronel Menezes (Avante) — 13.324 votos
Junior Resgate (Avante) — 11.043 votos
Professor Dalmir Salazar (Avante) — 10.872 votos
Denis da Silva (PT) — 7.367 votos
Marília Freire (PCdoB) — 5.825 votos
Álex Sousa (PSOL) — 5.535 votos
Marquinhos Maia (Solidariedade) — 2.984 votos
Cris Paiva (Avante) — 2.572 votos
Melyssa Geber (PSB) — 2.515 votos
Járdel Inácio (PSB) — 2.476 votos
Joaquim Felipe (PSB) — 2.451 votos
Goiabeira (Solidariedade) — 2.211 votos
Radyr Junior (Avante) — 2.160 votos
Adriana Xavier (PT) — 2.117 votos
Nomes conhecidos ficam fora
O resultado também marcou a saída de figuras que já tiveram participação na política estadual ou federal. Átila Lins, Silas Câmara, Pauderney e Delegado Pablo, por exemplo, possuem passagem pela Câmara dos Deputados, mas não conseguiram uma vaga direta nesta eleição.
Entre os candidatos que aparecem como suplentes, a votação não significa necessariamente uma derrota definitiva. A posição na lista partidária pode permitir que o candidato assuma temporariamente uma cadeira caso haja mudança na composição da bancada durante a legislatura.
Já os candidatos classificados como não eleitos não conquistaram uma das oito vagas nem aparecem na condição de suplentes apresentada no resultado eleitoral.
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