Os concursos da área jurídica seguem entre os mais atrativos do serviço público brasileiro e somam atualmente pelo menos 692 vagas previstas em seleções espalhadas pelo país. As oportunidades contemplam carreiras em defensorias, procuradorias, magistratura, Ministério Público, polícias civis, tribunais de contas e órgãos da administração pública, com remunerações iniciais que chegam a R$ 41.845,49, conforme os editais e anúncios mais recentes.
O maior salário previsto está no Amazonas: o concurso autorizado para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) prevê remuneração inicial de R$ 41.845,49 para cargo da área jurídica, exigindo bacharelado em Direito e três anos de atividade jurídica. A banca ainda será definida, assim como o número de vagas. O estado também aparece na lista pela Prefeitura de Parintins, que prepara seleção para procurador jurídico com organização da FGV.
Entre as defensorias públicas, há concursos em andamento ou previstos no Paraná, em São Paulo, no Rio Grande do Norte e em Goiás. O maior quantitativo confirmado é o de São Paulo, com 70 vagas para defensor público e salário inicial de R$ 29.716, enquanto Goiás chama atenção pela remuneração de R$ 37.764,37. Nas procuradorias, há seleções previstas ou em andamento em municípios como Palmas, Curitiba, Belém, Aparecida de Goiânia e Apucarana, além das procuradorias estaduais do Maranhão e de Alagoas. A Advocacia-Geral da União negocia um novo certame com previsão de 150 vagas divididas entre Advogado da União, Procurador Federal e Procurador da Fazenda Nacional.
Na magistratura, tribunais de justiça do Distrito Federal, Amapá, Pernambuco e Santa Catarina trabalham em novos concursos para juiz estadual, com salários que alcançam R$ 37,7 mil; o Tribunal Regional Federal da 5ª Região já definiu a comissão examinadora para uma seleção de juiz federal. No Ministério Público, a Bahia prevê certame para promotor em 2026, com dez vagas e remuneração inicial de R$ 35.877,26. As polícias civis mantêm previsão de concursos para delegado no Rio de Janeiro, em Pernambuco, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Acre e Amapá — só os quatro primeiros reúnem 240 vagas previstas para o cargo.



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