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Médico que teria mutilado mulheres em Manaus ganha salvo conduto de 72 horas para se apresentar à Polícia

O médico Carlos Jorge Cury Mansilla, que teve a prisão preventiva decretada no dia 26 de janeiro  pela juíza Anagali Marcon Bertazzo, plantonista do Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis,   conseguiu da 8ª Vara Criminal  um salvo conduto pelo prazo de 72 horas, período no qual não poderá ser preso. O prazo termina as 23h30 minutos de quinta-feira.

No salvo conduto, o magistrado dá ao médico, que teve a prisão preventiva solicitada pelo delegado Mariolino Brito, do 1º Distrito Integrado de Polícia,  a oportunidade de  apresentar espontaneamente a autoridade policial.

Caso não compareça diante do delegado Mariolino Brito, o mandado de prisão da juíza Anagali Marcon  volta a valer e o médico, que está foragido há 30 dias, continuará sendo considerado um fugitivo da Justiça Amazonense.

A decisão do juiz Carlos Zamith foi tomada porque a policia não havia encontrado o médico para cumprir o mandado de prisão e seus advogados propuseram que ele se apresentasse espontaneamente. A medida apressa a conclusão do caso, onde Cury é acusado de mutilar dezenas de mulheres submetidas a cirurgia plástica em Manaus.

 

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