
Durante blitz da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, um prédio foi interditado, dois restaurantes multados e notificados e um terceiro apenas notificado, após ser constatada uma sequência de irregularidades. As arbitrariedades verificadas vão desde a infração de leis, passando pela falta de higiene até o risco iminente à vida dos frequentadores.
Os quatro estabelecimentos vistoriados estavam localizados na rua Barroso, no centro de Manaus. O primeiro a receber a visita dos fiscais foi o restaurante Letor, o qual foi multado pelo Procon em mais de R$ 6 mil por descumprir as leis, sendo uma a que proíbe a imposição de valor mínimo para cartão de crédito ou débito.
No local, os agentes do departamento constataram falta de higiene, presença de animal, manipulação e acondicionamento de alimentos inadequados.
Na sequência, os fiscais por meio de uma denúncia encontraram um restaurante clandestino que funcionava no segundo piso de um prédio. Além da precariedade do local – totalmente fora dos padrões de higiene, o estabelecimento não possuía o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, apresentava fiação exposta, rachaduras nas paredes, infiltrações no forro de madeira e um foco com mosquito da dengue.
Por conta de todas as irregularidades constatadas, o empreendimento, cujo térreo ainda abrigava uma revendedora de joias e uma loja de cama, mesa e banho, foi interditado pelo prazo de 30 dias pelo Corpo de Bombeiros e pelo DVisa.
Mais dois restaurantes foram visitados o Néctar e o Castelinho, ambos notificados pelo Corpo de Bombeiros. O Néctar não possui AVCB, os extintores estão vencidos e o armazenamento do gás de cozinha foi considerado inadequado, pois as botijas estavam escondidas debaixo na mesa central do estabelecimento. Já o Castelinho, além da ausência do AVCB e dos extintores vencidos, também foi notificado com auto de infração pelo Ipem por cobrar R$ 0,35 a mais do consumidor na hora da pesagem e por não informar sobre o valor da tara.

