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TRE diz que ônibus gratuito no dia da eleição deixou de ser necessário

Manaus - O diretor-geral do TRE-Am, Messias Andrade, disse que depois do cadastramento biométrico ficou desnecessário o uso gratuito do transporte público no dia da eleição. O motivo é simples: o cadastramento, segundo ele, levou o eleitor  para a zona eleitoral de sua rua ou o mais próximo de sua casa.

Para Messias, antes de qualquer polêmica sobre o uso ou não do transporte gratuito no dia da eleição, o que o TRE está fazendo é buscando monitorar resultados de medidas  tomadas e que vão  permitir que a necessidade de mobilidade de quem vota seja a mínima possível.

“Vamos ver o que acontecerá.  Certamente a abstenção será maior que em outras eleições, porém  a razão não será, seguramente, o transporte gratuito, mas o fato de o eleitor ter ficado um tanto confuso com medidas judiciais que interferiram no calendário eleitoral.

Messias lembrou que Manaus era a única cidade brasileira a oferecer transporte gratuito no dia da eleição e que antes da biometrica era até necessário, mas agora não.  Os eleitores está votando a poucas quadras de casa”, disse ele.

"Esclarecimento sobre a cobranca da tarifa

de ônibus no domingo (6/8), dia da Eleição

A Prefeitura de Manaus, seguindo entendimento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que concluiu não ser necessário o benefício da gratuidade do transporte coletivo no dia da Eleição, manterá, neste domingo 6/8, a circulação normal dos ônibus em Manaus.

De acordo com o diretor-geral do TRE, Messias Andrade, e amplamente divulgado na imprensa, o recadastramento biométrico proporcionou o rezoneamento dos eleitores para votarem em seções próximas de suas residências, não justificando mais a gratuidade no sistema de transporte público da capital para o pleito.

A Prefeitura de Manaus reitera o posicionamento duro e incisivo do prefeito Arthur Virgílio Neto em apoiar e garantir eleições diretas no Amazonas. Arthur levantou-se pública e firmemente contra os que conspiravam pela supressão do voto direto pelo indireto, desrespeitando o direito dos amazonenses em escolherem seu governador. O prefeito, inclusive, dirigiu-se ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, para denunciar conluios envolvendo irresponsavelmente seu nome com objetivo de cancelar o pleito em andamento.

Ademais, qualquer tentativa de imputar à Prefeitura a intenção de prejudicar a votação popular nas Eleições suplementares do próximo domingo é descabida e infundada. É fruto das manifestações mais evidentes de uma política baixa e equivocada, que defende interesses particulares em detrimento dos anseios coletivos. E que tenta, sem o devido aprofundamento e conhecimento dos fatos, instaurar dúvidas e incertezas na população, mas sem o sucesso que almeja.


Prefeitura de Manaus"

 

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