O abate de animais no Brasil manteve trajetória de crescimento no segundo trimestre de 2026, segundo o levantamento trimestral oficial divulgado em agosto. Foram 10,72 milhões de bovinos abatidos no período, alta de 1,3 por cento na comparação com o mesmo intervalo de 2025 e de 4,2 por cento em relação ao primeiro trimestre deste ano. A produção de carcaças bovinas somou 2,76 milhões de toneladas, com avanço de 3 por cento no confronto anual e de 4,7 por cento no trimestral.
O desempenho mais forte veio da suinocultura. O abate de suínos alcançou 15,58 milhões de cabeças, crescimento de 3,2 por cento sobre o segundo trimestre do ano passado e de 2 por cento na comparação com os três meses anteriores. O peso das carcaças chegou a 1,49 milhão de toneladas, com altas de 4,8 por cento no acumulado de um ano e de 4,5 por cento frente ao trimestre imediatamente anterior.
Já o segmento de aves apresentou comportamento misto. O abate de frangos somou 1,69 bilhão de cabeças, número 2,8 por cento maior que o registrado um ano antes, mas 1,2 por cento menor na comparação com o primeiro trimestre de 2026. Em peso, a produção ficou em 3,74 milhões de toneladas de carcaças, alta de 5,1 por cento no confronto anual e praticamente estável, com avanço de 0,1 por cento, na base trimestral.
A pesquisa também acompanha outros produtos de origem animal. A aquisição de leite cru pela indústria chegou a 6,61 bilhões de litros, com crescimento de 1 por cento em um ano. Foram ainda 10,96 milhões de couros bovinos adquiridos, alta de 1,9 por cento, e 1,25 bilhão de dúzias de ovos de galinha produzidas, avanço de 0,3 por cento na comparação anual.



Aviso