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Boulos sobe o tom e atribui rejeição de Messias à "chantagem política" e ao bolsonarismo

Boulos sobe o tom e atribui rejeição de Messias à "chantagem política" e ao bolsonarismo
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A decisão do Senado de barrar a ida de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) gerou uma reação imediata e ácida por parte do Palácio do Planalto. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, utilizou suas redes sociais para criticar duramente o resultado da votação que, por 42 votos a 34, impôs uma derrota histórica ao governo Lula.

Em um tom de forte indignação, Boulos classificou o desfecho como um "episódio lamentável" e direcionou o foco para a articulação da oposição e de grupos descontentes no Congresso.

"A aliança entre bolsonarismo e chantagem política venceu na rejeição ao nome de Jorge Messias ao STF. O Senado sai menor desse episódio", afirmou o ministro.

A fala de Boulos reflete o clima de frustração no núcleo duro do governo. Messias, atual advogado-geral da União e nome de confiança do presidente Lula, não conseguiu atingir o quórum de 41 votos necessários para a aprovação, mesmo após meses de negociações e uma sabatina de oito horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A declaração do ministro aponta para a leitura interna do Planalto: a de que a rejeição não foi técnica, mas sim uma retaliação política orquestrada por setores que buscam aumentar o poder de barganha frente ao Executivo. Com o veto, o governo agora se vê obrigado a buscar um novo nome que consiga pacificar as relações com a "Casa Alta" e evitar um novo desgaste institucional.

Por 42 votos a 34, Senado rejeita Jorge Messias para vaga no STF
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Por 42 votos a 34, Senado rejeita Jorge Messias para vaga no STF

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