Começam nesta segunda-feira (6) as audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), etapa decisiva da investigação que poderá impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.
Representantes da indústria e do agronegócio do Brasil participarão das discussões para tentar barrar a medida. Entre as entidades estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
A estratégia brasileira é demonstrar que a sobretaxa prejudicará não apenas os exportadores nacionais, mas também empresas, consumidores e cadeias produtivas dos Estados Unidos. As entidades defendem que não há justificativa técnica ou econômica para a adoção das tarifas.
Enquanto as audiências ocorrem, Brasil e Estados Unidos mantêm negociações para tentar evitar o aumento das tarifas. A decisão final do governo americano está prevista para ocorrer até 15 de julho.



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