BRASÍLIA - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não quis comentar a decisão da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, de homologar as delações dos 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht. Agora, caberá a ele decidir quantos inquéritos serão abertos e quantos serão investigados. Ele também não quis dizer quanto essa providência será tomada.
— Não é hora de falar nada. Nada a declarar — disse o procurador-geral, diante de perguntas de jornalistas sobre o assunto.
