De olho nas eleições presidenciais de 2026, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), intensificou sua participação nas articulações para aprovar a anistia dos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Segundo a colunista Andréia Sadi, aliados de Jair Bolsonaro (PL) dizem que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), quer votar o projeto em até duas semanas, logo após o julgamento dos réus pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Líderes do centrão afirmam que já há votos suficientes para aprovar a proposta, que precisa apenas de maioria simples. O presidente da Câmara, porém, ainda avalia o melhor momento para pautar o texto e evitar conflitos com o STF.
Segundo Sadi, entre aliados de Bolsonaro, a dúvida não é mais se a votação vai ocorrer, mas quando. A maior disputa é sobre o alcance da medida: Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Paulo Figueiredo defendem que ela seja ampla, incluindo o ex-presidente e a reversão da inelegibilidade dele, enquanto outros querem um texto mais limitado para garantir a aprovação.
Líderes do centrão avaliam que os votos para aprovar a medida — que exige maioria simples — já estão garantidos. O presidente da Câmara, no entanto, busca o momento mais estratégico para pautar o tema, evitando um confronto direto com o STF. Entre
A maior divergência está na abrangência da anistia: enquanto Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Paulo Figueiredo defendem uma versão “ampla, geral e irrestrita”, que também beneficiaria o ex-presidente, outros defendem um texto mais enxuto para facilitar a aprovação.



