A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, o menor patamar da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 27 de agosto.
O país chegou a 103,3 milhões de pessoas ocupadas, também recorde da série iniciada em 2012, com taxa de informalidade de 37,5% da força de trabalho. O rendimento médio real dos trabalhadores somou R$ 3.762 no período, levando a massa de rendimentos a R$ 383,5 bilhões, o maior nível já registrado, segundo o IBGE.
Na prática, o resultado fortalece o consumo das famílias e amplia a arrecadação federal com tributos ligados à folha de pagamento, dado acompanhado de perto pela equipe econômica em Brasília na formulação de políticas de emprego e de metas fiscais para o restante de 2026.
O levantamento do IBGE mostra que a expansão do emprego ocorreu de forma simultânea ao recorde de pessoas ocupadas, de trabalhadores com carteira assinada e de massa salarial, indicando manutenção do aquecimento do mercado de trabalho no país.



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