Manaus/AM - A seleção de Lionel Messi já é igual à equipe de Diego Maradona em 1986 e 1990, quando o craque carregou o time a duas finais seguidas em Copas do Mundo, ganhando a primeira e perdendo a segunda.
Vivendo momentos de tensão, aumentando, inclusive o consumo de café, mate e cigarros, os argentinos estão prestes a deixar para trás as décadas de veneração a Maradona para enfim embalar nos braços o nascimento do maior ídolo da história do futebol do país.
Messi está muito perto de conseguir.
Ao lado de Maradona no imaginário argentino ele já está. Conseguindo vencer no domingo a França de Mbappé, ele deixa para trás também toda e qualquer desconfiança sobre sua rebeldia, sua liderança, sua "argentinidade".

