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Achado arqueológico pode provar que tiranossauros viviam em grupos

Achado arqueológico pode provar que tiranossauros viviam em grupos
Achado arqueológico pode provar que tiranossauros viviam em grupos

O achado de um sítio fóssil com um grupo de tiranossauros que morreram juntos, levanta evidências de que esses predadores se envolviam em alguma forma de comportamento social e viviam juntos, o que é considerado raro pelo que se conhece deles.

Foi em julho de 2014 que paleontólogos buscavam fósseis de tartarugas em terrenos públicos no sul do Utah, quando encontraram indícios do que definiram como um “assassino monstruoso”: o osso do tornozelo de um tiranossauro chamado Teratophoneus.

Em algumas horas, eles peneiraram a areia entre os zimbros e selecionaram os restos mortais de vários Teratophoneus, o que indicava que teriam morrido todos no mesmo lugar e ao mesmo tempo, informou o site da nationalgeographic.com

Em artigo publicado na revista científica Peerj, os cientistas revelaram este sítio arqueológico ao mundo, sugerindo que os tiranossauros se reuniam em grupos sociais.

“O comportamento dos dinossauros, a ecologia dos dinossauros, provavelmente será sempre um pouco mais complexo do que pensamos”, disse o autor principal do estudo, Alan Titus, paleontólogo do Gabinete de Gestão de Terrenos dos EUA, que trabalha no Monumento Nacional de Grand Staircase-Escalante, onde está localizado o sítio fóssil.

PREDADORES GIGANTES

Titus acredita que o local pode ser uma evidência de que os tiranossauros trabalhavam juntos enquanto caçadores de grupo que cooperavam.

Para ele, esse comportamento dos predadores gigantes terrestres é raro, mas muito parecido com uma alcateia de lobos e leões, o que é impressionante, destacou.

De acordo com o cientista, os comportamentos sociais entre predadores varia desde a mais ínfima tolerância para com outro indivíduo até ataques coordenados em grupo.

Esses novos fósseis não são o primeiro exemplo de vários tiranossauros descobertos no mesmo lugar, mas uma reconstrução da história geológica da área fornece fortes evidências de que morreram em grupo. A questão mais premente passa por saber o que estavam a fazer juntos.

PEDREIRA ARCO-ÍRIS

O sítio, estimado com 75 milhões de anos, chamado de Pedreira Arco-íris e Unicórnios, devido aos seus espécimes aparentemente incríveis – é o primeiro do seu género no sul dos EUA.

Mas há outros a sugerir que os tiranossauros se reuniam em grupos, como um sítio fóssil em Alberta, no Canadá, que contém os corpos de 12 a 14 Albertosaurus que aparentemente se concentraram durante uma inundação.

No Montana há também uma área com cerca de metade de um campo de tênis que contém os restos mortais de pelo menos três Daspletosaurus. E o local no Dakota do Sul onde foi encontrado o famoso fóssil de T.rex chamado Sue também continha restos mortais de outros T.rex.

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