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Após posse de Marinho no Trabalho, empresas de app dizem querer diálogo sobre regulação da atividade

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Diante do tom da fala do novo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tomou posse nesta terça (3) prometendo preparar até o primeiro semestre uma proposta de regulação de aplicativos, trabalho que ele classificou como "semiescravo", as empresas do setor afirmam que é preciso ouvir todos os lados.

"Essa atuação por meio de aplicativos inclui milhões de famílias na economia, especialmente nos momentos em que a economia não vai bem", afirma o MID (Movimento Inovação Digital), que reúne mais de 150 empresas como Rappi, 99, Loggi, Zé Delivery e Lalamove.

Para a Amobitec, que representa nomes como Uber e Amazon, o debate deve ter "como premissas a flexibilidade e a autonomia que caracterizam as novas relações de trabalho intermediadas por aplicativos, apoiadas pela maioria dos trabalhadores".

Em nota, o iFood disse que apoia o debate sobre a regulação do trabalho em plataformas. "Desde 2021, defendemos publicamente um diálogo amplo sobre o tema que envolva entregadores, governo e setor. Como empresa brasileira, estamos abertos a colaborar na construção de um modelo que entenda as novas relações de trabalho e traga proteção e direitos aos trabalhadores", afirma a empresa.

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