BRASÍLIA - Após reação negativa por parte dos presidentes da Câmara, , e do Senado, à nova pauta econômica do governo, o ministro da Fazenda, tentou minimizar a situação. Segundo ele, a lista de definidos como prioridade pela equipe econômica para este ano são fruto de uma análise técnica e ressaltou que o Congresso Nacional é soberano para definir a pauta de votação.
Após a decisão por suspender a tramitação da reforma da Previdência, o governo anunciou uma lista com 15 propostas que serão prioridade na pauta econômica. Boa parte delas já tramita no Congresso, como a privatização da Eletrobras e a reforma do PIS/Cofins. Ontem, Maia afirmou que a lista do governo é um “café velho e frio” e um “desrespeito” ao Parlamento.
— O que se fez foi meramente uma seleção, entre projetos, principalmente em andamento no Congresso, de quais são os mais importantes na nossa visão. Mas o Congresso é soberano e compete aos presidentes das casas definir a pauta de cada um. Isso aí é uma definição técnica, objetiva, de quais são os projetos mais importantes.
