RIO - Haja o que houver, a cidade resiste, encara os desafios de frente, encontra tempo para a solidariedade, força para a superação, espaço para a criatividade, vigor para brindar a vida! O Rock in Rio teve mais público vindo de fora do que moradores da cidade. Por quê? Porque a magia pode mais do que o medo. E o Rio é mágico, com a combinação irresistível de paisagens deslumbrantes, talento para fazer festas e o alto astral da nossa gente.
Mais forte do que qualquer crise, a imagem da marca é um ativo valiosíssimo e permanente, que resiste e se impõe diante das dificuldades transitórias, enquanto a cidade avança na expansão da infraestrutura e na qualidade dos serviços que oferece aos visitantes. O resultado é expresso em números: quem conhece quer voltar. Pesquisas revelam que 98,7% dos turistas brasileiros e 83,1% dos estrangeiros declararam que a cidade atendeu ou superou suas expectativas. A intenção de novas visitas ao Rio foi expressa por 94,2% dos residentes no país e 87,7% dos que residem no exterior.
Em marketing, isso quer dizer conquistar e fidelizar consumidores, propósito fundamental de qualquer empresa. O que abre às marcas empresariais preferidas pelos cariocas a excepcional oportunidade de consolidarem e ampliarem posições no mercado pela associação à marca da Cidade Maravilhosa.
“Olha o mate, olha o biscoito!” Quando soa o bordão na praia ensolarada, ninguém precisa explicar aos cariocas que o mate é Leão e o biscoito é Globo, o inconfundível “roc-roc” de polvilho. Há décadas tem sido inabalavelmente assim.
No momento em que o Rio sacode a poeira, dá a volta por cima e aponta as marcas de produtos e serviços que mais influem nas suas decisões de consumo, as favoritas têm os caminhos abertos para usar a seu favor a sinergia alcançada e fazer das manifestações de reconhecimento a alavanca para mais e melhores negócios, de múltiplas maneiras:
— Canalizando para a cidade seus congressos, seminários e outros encontros geradores de turismo com foco profissional;
— Associando-se a instituições educativas locais para formar recursos humanos adequados às novas demandas e expandir aptidões de seus próprios executivos em núcleos de excelência;
— Apoiando iniciativas sem conotação político-partidária voltadas para a elevação da qualidade de vida nas comunidades de menor renda, como capacitação para o empreendedorismo, desenvolvimento de atividades artísticas e esportivas, proteção ambiental e cooperativismo, entre muitos exemplos.
— Divulgando no país e no exterior essas e outras ações fertilizadoras com o mesmo objetivo, de forma a elevar o grau de respeito e prestígio atribuído à própria imagem e à imagem de um mercado em que se é líder.
Tudo isso pode ser feito sem investimentos de grande porte e sem envolvimento direto na gestão, o que resulta numa relação custo-benefício altamente compensadora.

