SÃO PAULO. Alvo principal da Operação Trapaça, como foi batizada a terceira fase de “Carne Fraca”, deflagrada pela Polícia Federal nesta segunda-feira, a a BRF divulgou comunicado no início da noite em que reafirma seguir rigorosamente todas as normas nacionais e internacionais referentes à produção e comercialização de seus produtos.
A empresa diz também que tem importantes certificações internacionais de qualidade, sendo a única do país a integrar o Global Food Safaty Initiative (GFSI).
Por isso, assegura, não há nada constatado pelas investigações da PF significa risco à saúde de seus consumidores.
“Com base nos documentos disponíveis, a BRF entende que nenhuma das frentes de investigação da Polícia federal diz a algo que possa causar dano à saúde pública”, diz a empresa no comunicado.
A empresa disse ainda ter sido auditada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em outubro último, e que “todos os parâmetros estavam devidamente em ordem”.
Quanto aos e-mails trocados por altos executivos da companhia, que inclusive serviram de base para a ordem de prisão do ex-presidente Pedro Faria, a empresa diz serem de três anos atrás e que também são objeto de investigação própria.

