O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da Fundação Getulio Vargas arrefeceu a 0,75% na primeira quadrissemana de maio, após aceleração de 0,90% na terceira quadrissemana e alta de 0,88% no fim de abril. O índice acumula agora alta de 4,26% nos últimos 12 meses.
Houve moderação em cinco dos oito grupos que compõem o IPC-S nesta leitura: Saúde e Cuidados Pessoais (1,33% para 1,08%), Transportes (1,47% para 0,63%), Educação, Leitura e Recreação (0,32% para 0,31%), Despesas Diversas (0,10% para 0,07%) e Vestuário (0,02% para -0,01%).
Em contrapartida, ganharam força: Alimentação (1,19% para 1,40%) e Habitação (0,46% para 0,59%).
Já o grupo Comunicação repetiu taxa de variação nula do fim de abril
Influências
As maiores influências que puxaram o índice para baixo partiram de café em pó (-1,33% para -2,01%), maçã (-3,56% para -3,86%), transporte por aplicativo (-0,28% para -3,30%), hotel (-1,26% para -1,28%) e etanol (1,21% para -0,91%).
Na outra ponta, puxaram o índice para cima leite tipo longa vida (15,68% para 15,16%), gasolina (3,84% para 1,46%), perfume (6,45% para 6,08%), tarifa de eletricidade residencial (0,71% para 1,08%) e gás de bujão (2,34% para 2,68%).



