Segundo ela, o acordo busca dar mais estabilidade fiscal ao país sul-americano em meio a uma das maiores secas de sua história. As negociações têm até 30 de julho para progredir, então o acordo técnico não está longe de ser fechado, pondera Kozack.
Vamos avançar na quinta revisão do acordo para ajudar o governo argentino em meio a uma situação muito complexa", afirmou. Ela destaca que a prioridade do FMI segue sendo o combate à inflação na Argentina.
Julie Kozack também negou que a China tenha pressionado o conselho para que a Argentina pague suas dívidas com a agência em yuans caso o acordo não seja fechado em breve, e avaliou que a moeda é uma das cinco aceitas pelo FMI para que os países cumpram com sua obrigação.
