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Governo volta a se reunir para acompanhar paralisação de caminhoneiros

BRASÍLIA — O gabinete de crise formado por ministros que monitora a paralisação dos caminhoneiros, que chegou ao décimo dia, voltou a se reunir na manhã desta quarta-feira no Palácio do Planalto. A prioridade do governo federal é tentar normalizar o abastecimento de combustíveis, alimentos e medicamentos no país.

Os caminhoneiros reivindicam, entre outros itens, a redução no valor do diesel. Após negociações com a categoria, o presidente Michel Temer anunciou no domingo a redução de R$ 0,46 por litro no preço do combustível.

Na terça-feira, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o abastecimento caminha para a “normalidade”. O governo informou que tem conseguido, com auxílio de escolta das Forças Armadas e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), abrir “corredores de abastecimento” no país.

A reunião de ministros no Planalto foi marcada também para monitorar eventuais impactos da greve dos petroleiros. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) iniciou na madrugada desta quarta uma paralisação de 72h, mesmo após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) considerar o movimento abusivo.

O governo tem se reunido pelo menos duas vezes ao dia para avaliar os impactos das manifestações.

Participam da reunião desta quarta-feira os ministros Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Raul Jungmann (Segurança Pública), Claudemir Brito (substituto da Justiça), Joaquim Silva e Luna (Defesa), Grace Mendonça (Advocacia-Geral da União), Valter Casimiro (Transportes), Eduardo Guardia (Fazenda) e Rossieli Soares (Educação).

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