O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), pré-candidato a governador de São Paulo, voltou a isentar nesta terça-feira, 24, a responsabilidade da atual gestão do Banco Central (BC) por problemas de fiscalização sobre o banco Master. Segundo ele, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, "estancou a sangria" do caso e o "pecado original" da fiscalização começou na gestão de Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a autarquia.
"O Banco Central foi alertado por muita gente, por CEOs, banqueiros, FGC, Febraban. Todo mundo alertou o Banco Central durante anos que alguma coisa de muito errada estava acontecendo no Master", declarou ao canal do YouTube TV 247 .
Haddad reafirmou que cabe ao Banco Central, que tem autonomia, fiscalizar instituições financeiras e comentou contribuições do Master à campanha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos): "Não vou ser leviano, nem todo mundo que recebeu doação é cúmplice".


