O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 1,48% nos 12 meses encerrados em julho, na série sem ajuste sazonal, informou a autarquia. É uma ligeira desaceleração frente ao mesmo período até junho, quando a alta era de 1,50% (revisado de 1,48%).
O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresceu 1,48%. Em junho, avançava 1,49% (revisado de 1,46%). O indicador da agropecuária acumulou alta de 2,25% nos 12 meses até julho, contra 2,48% (revisado de 2,55%) no mesmo período até o mês anterior.
Também em 12 meses, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 0,65% (revisado de 0,68%) para 0,66%. O índice de serviços passou de 1,97% (revisado de 1,92%) para 1,93%. O indicador de impostos - equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) - passou de 0,67% para 0,74%.
Acumulado do ano
No acumulado de janeiro a julho de 2026, o IBC-Br total cresceu 1,50% frente ao mesmo período de 2025. O índice ex-agropecuária avançou 1,59%, enquanto o indicador do agro subiu 1,37%.
O índice da indústria aumentou 0,71%, o de serviços subiu 2,01% e o de impostos avançou 1,10%.
Trimestre
O IBC-Br total caiu 0,30% no trimestre móvel encerrado em julho, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores.
O índice ex-agro caiu 0,34% e o específico do agro recuou 0,58%. A indústria caiu 0,48%, os serviços diminuíram 0,16% e os impostos recuaram 0,63%.
Considerando o trimestre até julho, mas frente ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,51%.
O índice ex-agropecuária teve alta de 1,36%, enquanto o específico do agro subiu 3,76%. O índice de serviços subiu 1,64%, o da indústria aumentou 0,70% e o de impostos avançou 1,19%.



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