BRASÍLIA - Na abertura da 51ª Cúpula do Mercosul, realizado no Palácio do Itamaraty, em Brasília, na manhã desta quinta-feira, o presidente comemorou os avanços do bloco econômico em 2017. Temer enfatizou que no período em que o Brasil presidiu o , várias medidas foram realizadas para resgatar a vocação original do bloco para o livre comércio, os direitos humanos e a democracia.
Neste último caso, fez referência à suspensão da Venezuela, aprovado pelos chanceleres do Mercosul em agosto deste ano sob alegação de ruptura da ordem democrática, com base em cláusula prevista no Protocolo de Ushuaia.
À época, os integrantes do Mercosul informaram que a suspensão foi aplicada "em função das ações do governo Nicolás Maduro e é um chamado para o imediato início de um processo de transição política e restauração da ordem democrática".
— Estamos e continuaremos ao lado dos direitos humanos — destacou, ao ressaltar que, a partir do momento em que os problemas como governo do presidente Nicolás Maduro estiverem cessado, a Venezuela volte ao bloco.
— Queremos que a nação venezuelana, de volta à democracia, volte também ao Mercosul.
Participam do encontro os presidentes da Argentina, Mauricio Macri, do Uruguai, Tabaré Vázques e da Bolívia, Evo Morales. Na cerimônia, Temer vai passar a presidência pro tempore do Mercosul ao presidente do Paraguai, Horacio Cartes.

