A produção industrial interrompeu, em julho, dois meses consecutivos de queda, ao avançar 0,2% ante o mês de junho. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Três das quatro categorias e 13 de 25 ramos pesquisados pelo instituto avançaram na produção na passagem de junho para julho de 2026.
A principal influência positiva no mês veio de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, com alta de 12,2%. Produtos alimentícios (1%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,1%) também puxaram a atividade para cima. As três produções interromperam dois meses consecutivos de queda.
Por outro lado, a indústrias extrativas exerceu o principal impacto negativo na média da indústria, com queda de 1%, e marcou a terceira taxa negativa consecutiva, acumulando perda de 4,1% neste período.
Outras contribuições negativas relevantes sobre o total da indústria vieram de impressão e reprodução de gravações (-17,2%), produtos diversos (-9%), metalurgia (-1,4%), produtos químicos (-0,8%) e celulose, papel e produtos de papel (-1,3%).
Na comparação anual, ou seja, com julho de 2025, a indústria caiu 0,5%. O resultado interrompeu quatro uma sequência de quatro meses positivos da atividade industrial brasileira.




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