O projeto, apoiado pelo setor supermercadista e criticado com veemência pelos representantes de farmácias e drogarias, teve a urgência rejeitada por 222 deputados.
Eram necessários 257 votos para o caráter de urgência ser aprovado, mas apenas 225 deputados votaram sim.
Com a negativa, o PL segue em tramitação normal na Câmara.
