No acumulado dos últimos 12 meses, apesar de ter sido registrado crescimento de 2,3%, este foi menos intenso do que os observados em junho e maio (4,7% e 7,8%, respectivamente).
A expectativa dos economistas do Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP (IEGV/ACSP) para os próximos meses, segundo nota, é de continuidade no arrefecimento das vendas do comércio paulistano, até pelo menos o último trimestre do ano, quando os efeitos da redução de juros tendem a estimular o consumo.
"Além disso, as transferências de renda governamentais devem continuar sustentando a retomada das vendas do varejo da cidade", comenta o economista Ulisses Ruiz de Gamboa.
