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Vigilante, sacerdote e MC: as profissões pouco comuns na disputa estadual da Bahia

Três candidatos a deputado estadual pela Bahia representam profissões pouco comuns na política: um vigilante, um sacerdote e um músico. MC Juninho, Robson Vigilante e Tárcito Vivas concorrem à Assembleia Legislativa baiana com ocupações declaradas fora do universo tradicional da política.

MC Juninho, nome de urna de Julio Lima Junior, 30 anos, tem a ocupação de músico registrada junto ao PSDB, dentro da Federação PSDB Cidadania, e declarou R$ 5 mil em bens — um saldo em conta corrente. Robson Vigilante, nome de urna de Robson Almeida Costa, 59 anos, mantém a profissão de vigilante na ficha de candidatura pela Rede, na Federação PSOL Rede, com R$ 22 mil declarados em um veículo Citroën C4.

Já Tárcito Vivas, nome de urna de Tarcito Fernando Peralva de Souza Vivas, 40 anos, tem como ocupação "sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa" e concorre também pela Rede, na mesma federação com o PSOL. Ele não declarou nenhum bem à Justiça Eleitoral.

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