Os bastidores do clube estão cada vez mais agitados e o nome de Eurico Miranda, adversário do atual presidente Roberto Dinamite, surge como uma opção forte para reassumir o comando, principalmente se o Vasco for rebaixado. Além disso, há o problema crônico de salários atrasados e a irritação pública de seus atletas com esse e outros problemas - falta de estrutura em São Januário, que precisa de obras internas, por exemplo.
O Vasco entra em campo sob pressão. Perdeu o último confronto, contra o Vitória, de virada, atuando no Rio de Janeiro, no meio de semana. O protesto dos torcedores foi intenso e a segurança teve de ser reforçada para que os jogadores e dirigentes deixassem São Januário.
Para piorar a situação, o STJD decidiu na última quinta-feira que os próximos quatro jogos que o Vasco tem direito como mandante não vão poder ser disputados no Rio de Janeiro - terão de ser no mínimo a 100 quilômetros de distância da cidade. Isso por causa da briga entre vascaínos e corintianos em 25 de agosto, durante o duelo realizado no estádio Mané Garrincha, em Brasília.
