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Fluminense administra seus problemas para visitar o Bahia

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Numa tabela achatada como a do Campeonato Brasileiro até aqui, o difícil duelo com o Bahia, hoje, às 16h, na Fonte Nova, pode conduzir o Fluminense a duas realidades distintas. Uma vitória aproxima o time da parte alta da tabela. No entanto, em caso de derrota, o tricolor pode perder até cinco posições — uma delas seria para a Ponte Preta, que enfrentou o Corinthians na noite de ontem, em São Paulo.

Já se tornou rotina para Abel Braga, que administra um elenco jovem e constantemente sujeito a perdas de jogadores. Desta vez, o treinador não vai contar com Richarlison, que está suspenso, e perdeu o meia Wendel, com dores no tornozelo.

Mais uma vez, caberá a Abel Braga dar chance a um jovem: será Marlon Freitas, que viveu experiência no Samorin, filial tricolor na Eslováquia, e está de volta às Laranjeiras. Aos 22 anos, o jogador, cria das divisões de base do Fluminense, jogou também nos Estados Unidos.

Além dos dois desfalques da rodada, o Fluminense continua sem nomes como Renato Chaves e Sornoza, cujas recuperações de problemas médicos exigem mais tempo. Em compensação, Henrique Dourado, que não esteve em campo no empate com a Chapecoense por causa de um edema no púbis, deve voltar hoje.

— São sete meses de convivência, sei o que ele pode me dar — elogiou o técnico Abel.

A ausência de Richarlison pode permitir que Wellington Silva, outro que retornou de lesão e entrou no decorrer da última partida, comece como titular hoje.

— Nos melhores momentos do Fluminense nesta temporada, ele esteve presente. É um jogador muito importante para nós — disse o técnico Abel Braga, que tem dúvidas se o atacante consegue suportar os 90 minutos de uma partida.

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