Na reunião, foi decidida também a criação de uma comissão, com participação de representantes da prefeitura, dos sem-teto, da Defensoria Pública e do Ministério Público Estadual (MPE), para analisar a situação de oito comunidades erguidas em áreas ocupadas. A comissão tem reunião marcada para a próxima terça-feira, 06.
Lacerda também concordou com a possibilidade de transformar estes terrenos em Áreas Especiais de Interesse Social (AEIS), o que permite regularizar a situação das comunidades e a consequente instalação de serviços públicos como água, energia e rede de esgoto, mas informou que serão mantidas as demolições de casas em áreas de risco.
Com o anúncio, as cerca de 100 pessoas que ocupavam a sede da prefeitura deixaram o local no início desta noite gritando palavras de ordem. Também foi encerrado o protesto na porta do prédio, feito por aproximadamente 200 pessoas, que chegaram a armas barracas nas pistas da Avenida Afonso Pena, a principal da região central da cidade.
