O brilho de Vinícius Júnior na Copa do Mundo de 2026 ultrapassou o status de liderança técnica e o colocou diretamente nos livros de história do futebol nacional. Com uma atuação de gala na vitória sobre a Escócia na última quarta-feira (24), o camisa 7 da Seleção Brasileira atingiu uma marca antes restrita a pouquíssimas lendas do esporte.
Ao balançar as redes em todos os confrontos da fase de grupos, Vini Jr. repetiu o feito de monstros sagrados como Jairzinho, Romário, Ronaldo e Rivaldo, os únicos brasileiros que haviam conseguido marcar em todas as partidas da primeira etapa de um Mundial.
Mais do que a regularidade histórica, os números do atacante do Real Madrid na competição impressionam. Com quatro gols marcados, ele assumiu a vice-artilharia do torneio, ficando logo atrás de Lionel Messi. A influência de Vini Jr. no setor ofensivo do time comandado por Carlo Ancelotti é avassaladora: ele teve participação direta em seis dos sete gols marcados pelo Brasil até aqui.
“Tudo o que eu passei nesses anos na Seleção, sempre foram momentos onde eu não conseguia mostrar o meu futebol. Nada melhor do que, em um cenário como esse, poder marcar os gols e fazer grandes jogos. Tinha certeza que no momento certo eu voltaria a brilhar com a camisa da Seleção”, desabafou o craque.
O combustível que vem da arquibancada
O amadurecimento de Vini Jr. nesta Copa é também uma resposta à resiliência que precisou desenvolver ao longo da carreira. Antes de a bola rolar no túnel de acesso ao gramado, a delegação brasileira recebeu o incentivo de Ronaldinho Gaúcho, embaixador oficial da cobertura da Globo, que abraçou e motivou os atletas um a um.



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