O julgamento sobre a morte de João Rebello terminou com a absolvição de Felipe Souza Bruno, conhecido como Zingue. Os jurados do Tribunal do Júri de Porto Seguro, na Bahia, entenderam que não havia elementos para atribuir a ele a autoria do assassinato do ex-ator-mirim, morto em Trancoso, em outubro de 2024.
Segundo o Splash, a decisão foi oficializada nesta terça-feira (13) pela juíza Michelle Menezes Quadros Patrício. Após o resultado, ela determinou a emissão do documento necessário para a soltura de Felipe.
Um dos pontos que marcaram o julgamento foi a posição do Ministério Público da Bahia, que também defendeu a absolvição por falta de provas suficientes para confirmar que o acusado cometeu o crime.
A acusação, representada por assistentes, tentou obter a condenação por homicídio qualificado, alegando motivo torpe e que a vítima não teve condições de se defender. A defesa negou que Felipe fosse o autor do assassinato.
A decisão ainda pode ser contestada pela família de João. Os advogados têm cinco dias após serem notificados da sentença para recorrer.
Nas redes sociais, a atriz Maria Carol Rebello, irmã de João, desabafou sobre a dificuldade da família em encontrar respostas para o caso.
“Tudo que a gente sempre quis foi entender o que aconteceu e o que levou a esse engano horroroso. A índole do meu irmão nunca foi questionada, desde o início sempre ficou claro que ele foi assassinado por engano”, escreveu.
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