A esposa de Lito Sousa, Mila Seidl, esclareceu neste sábado (5) como foi o processo para conseguir da Anvisa a autorização para importar um medicamento experimental destinado ao tratamento da doença de Creutzfeldt-Jakob.
Mila negou que a agência tenha criado uma exceção específica para o caso do influenciador.
"Eu ouvi algumas pessoas falando que a Anvisa abriu uma exceção rara. Não foi, gente. Alguns países adotam o uso compassivo de medicação. Tem um trâmite legal que precisa ser cumprido. Não é algo que foi feito para o Lito. Qualquer cidadão pode pleitear e cabe à Anvisa avaliar e deferir ou indeferir."
Segundo ela, a família apresentou toda a documentação exigida. "Nós estávamos bem munidos com os documentos. Era bem difícil não aprovarem."
Mila também relatou a demora, mesmo diante da urgência do caso. "São pedidos que têm de ser feitos em caráter de urgência. Houve não só da Anvisa, como também do FDA (a Anvisa americana), do governo brasileiro, através do Ministério da Saúde, um entendimento da urgência e, mesmo assim, foi muito angustiante porque esse fluxo mais rápido levou uma semana."
Lito recebeu autorização para o uso compassivo do medicamento após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob.



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