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Funkeiro acusado de apologia ao estupro promete 'versão light' da música

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 Funkeiro acusado de apologia ao estupro promete 'versão light' da música
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RIO — Acusado de fazer apologia ao estupro com a música "Só surubinha de leve" — em que canta o refrão "taca a bebida/ depois taca a pica/ e abandona na rua" — o funkeiro MC Diguinho soltou, através de sua assessoria, uma nota de esclarecimento em que "reconhece o conflito de informações devido toda repercussão" (sic) e anuncia que vai lançar uma "versão light" da música.

"O mesmo informa que em sua residência mora com a sua mãe, irmãs e sobrinha. Jamais iria denegrir a honra e moral das mulheres", diz o comunicado.

A música, que até o início da tarde desta quarta-feira liderava a lista de sucessos virais do Spotify, foi retirada das plataformas de streaming por conta da polêmica.

Lançada oficialmente em setembro passado, "Só surubinha de leve" gerou debate intenso nas redes sociais nos últimos dias, principalmente após uma publicação da estudante de artes visuais Yasmin Formiga viralizar.

No texto, compartilhado mais de 130 mil vezes no Facebook (contra 14 milhões de acessos à polêmica faixa no YouTube), a paraibana diz, entre outras coisas, que a música “ajuda para que as raízes da cultura do estupro se estendam, aumenta a misoginia, aumenta os dados de feminicídio”. Os versos polêmicos dizem: “Só surubinha de leve / só surubinha de leve / Com essas filha da puta / Taca a bebida, depois taca a pica / E abandona na rua”.

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