A mulher que acusou Jay-Z de agressão sexual retirou as alegações e afirmou à Justiça que nunca teve contato com o rapper. Identificada no processo pelo nome fictício Jane Doe, ela apresentou uma nova declaração em que reconheceu que as acusações contra o artista eram falsas.
No documento, protocolado na Corte Federal de Manhattan, ela afirmou: "Shawn 'Jay-Z' Carter nunca me estuprou. Eu nunca conheci nem falei com o Sr. Carter. O Sr. Carter jamais teve qualquer conduta inadequada comigo."
A mulher também pediu desculpas ao músico: "Não há verdade em nenhuma das minhas alegações contra o Sr. Carter. Entendo que minhas falsas acusações causaram ao Sr. Carter imensa dor, sofrimento e danos que jamais poderão ser totalmente reparados".
A declaração foi apresentada na quinta-feira (24), junto com a retirada voluntária de Jane Doe do processo movido por Jay-Z contra o advogado Tony Buzbee, que a representava.
Segundo Jane Doe, ela viu um anúncio no Facebook, em 2024, que procurava pessoas que alegassem ter sofrido agressões sexuais cometidas por Sean Diddy. A publicação teria despertado lembranças de um estupro que ela afirma ter sofrido aos 13 anos.
A mulher também disse que havia informado seus antigos advogados sobre determinadas "condições de saúde mental" antes de Jay-Z ser citado publicamente no processo.
Em comunicado ao TMZ, o novo advogado dela, James Blair Newman Jr., afirmou que a retratação ocorreu de maneira voluntária e que Jane Doe não recebeu dinheiro de Jay-Z ou de qualquer pessoa ligada a ele.
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