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Wanessa Camargo é acusada de má-fé em processo sobre bloco de Carnaval

Wanessa Camargo é acusada de má-fé em processo sobre bloco de Carnaval
Foto: Reprodução/Instagram

Durante o Carnaval de 2023 em São Paulo, o bloco Xainirô, comandado por Wanessa Camargo, protagonizou uma confusão envolvendo o trio elétrico, com a presença da polícia e interrupção do show. Agora, a cantora enfrenta novas polêmicas jurídicas: a defesa da empresa processada alega que Wanessa estaria agindo de má-fé ao mover a ação contra o grupo responsável pelo evento, segundo informações do colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia .

De acordo com a empresa, a apresentação ocorreu normalmente no dia 12 de fevereiro de 2023, contrariando relatos de falha técnica. O trio elétrico Twister teria cumprido integralmente o contrato, com duração prevista de 1h30, e vídeos e postagens nas redes sociais comprovariam que Wanessa se apresentou durante todo o período e agradeceu ao público. A paralisação parcial, segundo os réus, ocorreu apenas devido à atuação policial para garantir a segurança, sem determinação de interrupção do show.

A disputa judicial também envolve as participações especiais. Wanessa afirma que artistas como Francinne, Lia Clark e Aretuza Lovi não puderam subir ao trio, o que teria causado constrangimento. A defesa, no entanto, anexou imagens e vídeos mostrando a presença dos convidados Vitão, Luiza Possi, Pepita e os demais, alegando que os registros desmentem a versão de cancelamento das apresentações.

Os réus reforçam ainda que não houve falha mecânica ou problemas de tráfego, destacando que o veículo passou por vistorias e havia sido utilizado sem intercorrências em outro evento. Wanessa Camargo solicita aproximadamente R$ 125 mil por danos materiais e morais, enquanto a defesa sustenta que não houve descumprimento contratual nem prejuízo à cantora, classificando a ação como litigância de má-fé e solicitando aplicação de multa.

O caso segue em análise pelo Judiciário. Recentemente, em 27 de fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça de São Paulo enviou os autos ao Tribunal de Justiça da Bahia, em Salvador, para distribuição cível, após declínio de competência do foro paulista. A decisão sobre a validade das alegações de Wanessa e das provas apresentadas ainda deve ser definida pela Justiça.

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