Na representação julgada improcedente, o Ministério Público Eleitoral acusava os investigados de usar a estrutura pública (entidades subvencionadas, servidores, veículos oficiais, policiais e aeronave da Prefeitura de Coari) e prometer bens em troca de apoio para favorecer candidaturas nas eleições de 2022. Saiba mais em Amazonas Direito.



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