Maria do Carmo preferiu , durante toda a campanha, falar do adversário, sem apresentar propostas.“Amarga, ambiciosa, fria e manipuladora”, chegou a ser comparada ao personagem Carminha, da novela Avenida Brasil.
Estamos às vésperas de uma decisão muito importante para o Amazonas. No próximo domingo, vamos escolher quem governará o Estado pelos próximos quatro anos. Omar Aziz e Maria do Carmo chegam ao fim de uma campanha em que o eleitor merecia ter ouvido mais propostas e explicações sobre os problemas do Estado.
Na reta final, propagandas de Maria do Carmo contra Omar foram suspensas pela Justiça Eleitoral.
As decisões apontaram informações descontextualizadas e associações capazes de induzir o eleitor a conclusões equivocadas. Afinal, ficou claro: a candidata dedicou tempo excessivo às acusações contra o adversário, inclusive em peças que não resistiram ao exame da Justiça Eleitoral.
Omar Aziz tem uma trajetória pública conhecida. Foi governador, hoje é senador da República e tem atuação em questões importantes para o Amazonas, como a defesa da Zona Franca de Manaus e da BR-319.
Sua biografia fala por si mesma, com realizações e responsabilidades que os amazonenses podem avaliar.
Os desafios continuam enormes. Há gente esperando atendimento na saúde, comunidades do interior enfrentando dificuldades, jovens procurando oportunidades e trabalhadores preocupados com seus empregos. Omar foi o único candidato neste segundo turno a apontar a necessidade de contemplar essa gente com uma gestão eficiente e humana.
Governar o Amazonas exige conhecer essa realidade, apresentar soluções e ter condições de executá-las.
Não cabem retóricas inflamadas e acusatórias para ganhar o eleitor.
Em vista a esses desafios e como é tradição deste portal a cada eleição com dois turnos, apontamos Omar como o candidato confiável e com equilíbrio para comandar o Amazonas nos próximos 4 anos.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.
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