Entre os estados brasileiros com dados publicados pelo Anthropic Economic Index, com referência a maio de 2026, o Pará tem a maior proporção de conversas em estilo automático, em que a pessoa pede à IA para entregar a tarefa pronta sem participação direta ao longo do processo: 54,36% dos casos, contra 45,64% em estilo colaborativo, no qual o usuário permanece envolvido em cada etapa. A média nacional é de 51,18% para o estilo automático e 48,82% para o colaborativo.
O pedido mais frequente feito à IA no Pará é criação de conteúdo e redação, com 31,25% das conversas, a maior fatia entre todos os estados, seguido por desenvolvimento de software (13,89%). Mais da metade das conversas no estado, 54,95%, está relacionada a atividades de trabalho.
Na prática, isso sugere que, no Pará, quem usa IA para escrever textos ou programar tende a delegar a tarefa por completo com mais frequência do que a média do país, em vez de revisar o processo passo a passo junto com a ferramenta.
A Anthropic destaca que essa divisão descreve apenas o estilo da conversa, se a pessoa permanece envolvida ou pede a entrega direta, e não é uma medida de automação de empregos ou de substituição de trabalhadores.




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