O governo brasileiro está mobilizando esforços para tentar incluir Lito Sousa, 59, em estudos experimentais sobre a doença de Creutzfeldt-Jakob. O Ministério das Relações Exteriores acionou representações diplomáticas em países que realizam pesquisas sobre a condição, enquanto o Ministério da Saúde busca contato com pesquisadores internacionais.
Segundo o Itamaraty, as embaixadas brasileiras nos Estados Unidos, França e Alemanha foram acionadas para identificar possibilidades de participação do influenciador em estudos clínicos.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a pasta também está em contato com a família de Lito e com centros de pesquisa. "Apoiamos a busca por centros de pesquisa e estudos sobre a doença, assim como formalizamos a solicitação da inclusão de Lito na fase inicial dos testes do único estudo clínico ativo identificado até o momento, em Harvard", escreveu na rede social X.
A possibilidade de participação, no entanto, depende dos critérios e do cronograma definidos pelos responsáveis pelas pesquisas.
O Ministério da Saúde informou que continuará disponível para prestar apoio.
Ontem, o Broad Institute afirmou que pretende ajudar na busca por alternativas para Lito, mas ressaltou que as pesquisas sobre tratamentos para a doença ainda estão em estágio inicial.



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