O Índice de Custo de Vida (ICV) de Florianópolis, calculado desde 1968 pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) por meio do Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), com apoio da Fundação Esag, registrou alta de 0,74% em setembro. O percentual é referente a famílias com renda de um a 40 salários mínimos e resultou da coleta de preços de 297 itens, realizada entre 1º e 30 de setembro: 127 itens subiram, 97 permaneceram estáveis e 73 caíram.
O resultado de setembro é superior ao de agosto, quando o índice havia subido 0,35%, e contrasta com a queda de 0,11% registrada em setembro de 2025. Com o novo dado, o custo de vida acumula alta de 5,17% em 2026 e de 6,08% nos últimos 12 meses.
Entre os grupos pesquisados, Alimentação e Bebidas teve a maior alta, de 1,89%, impulsionada por tubérculos, raízes e legumes (40,49%), com destaque para tomate (56,50%), batata-inglesa (38,85%) e cebola de cabeça (31,38%). Transportes subiu 0,89%, com alta de 1,71% no transporte público, entre elas as passagens aéreas (5,70%), e de 1,43% nos combustíveis. Habitação avançou 0,84%, puxada por reparos (3,99%).
Na direção contrária, Vestuário caiu 0,92% e Saúde e Cuidados Pessoais recuou 0,36%, enquanto Comunicação não teve variação. Despesas Pessoais subiram 0,22% e Educação, 0,04%.
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