Manaus/AM- O empresário Celso Tavares, investigado pela morte do ex-funcionário venezuelano Jarvis Javier Rodrigues, é considerado foragido e, segundo a Polícia Civil, pode ter deixado o Brasil em uma aeronave particular. A principal linha de investigação aponta que o crime teria sido motivado pela suspeita de desvio de cerca de R$ 400 mil da empresa de fitas adesivas da vítima.
De acordo com o delegado Ricardo Cunha, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o empresário teria consumido grande quantidade de bebida alcoólica antes do crime e anunciado a pessoas próximas que mataria o ex-funcionário.
As investigações indicam que Celso foi até a casa de Jarvis acompanhado de um ex-funcionário de confiança. No local, houve uma luta corporal e a vítima foi atingida por um disparo de revólver calibre 38 na região do olho, morrendo no local.
A Polícia Civil também apura a possível participação do homem que acompanhava o empresário, com base em imagens de câmeras de segurança e outros elementos reunidos durante a investigação.
As buscas agora se concentram na localização de Celso Tavares. Segundo a polícia, há indícios de que ele tenha deixado o país em uma aeronave particular pertencente a um familiar. Os mandados de prisão já foram encaminhados às forças de segurança para ampliar as buscas no Brasil e no exterior.
O caso segue sob investigação da DEHS, que também apura a participação de possíveis coautores no homicídio.



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