No 38º dia da guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos, marcada pela intensificação de ataques e ameaças na região, o major-general Majid Khademi, chefe da inteligência da Guarda Revolucionária, foi morto em ação direcionada em meio a bombardeios em Teerã, enquanto uma proposta preliminar de cessar-fogo de 45 dias foi entregue por mediadores do Egito, Paquistão e Turquia.
O chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã foi morto nesta segunda-feira, 6, em um ataque direcionado a ele, informou a mídia estatal iraniana.
O major-general Majid Khademi morreu no ataque, que a Guarda Revolucionária atribuiu aos Estados Unidos e a Israel.
O comunicado não especificou onde Khademi foi morto. No entanto, vários ataques aéreos atingiram áreas residenciais ao redor da capital iraniana, Teerã, na madrugada de segunda-feira, 6.
Khademi assumiu o lugar do general Mohammad Kazemi, que foi morto por Israel na guerra de 12 dias em junho.
Israel reivindicou a morte em anúncio do Ministro da Defesa, Israel Katz. Posteriormente, as forças armadas israelenses confirmaram que o ataque aéreo que matou o major-general Majid Khademi ocorreu em Teerã.
"A Guarda Revolucionária está atirando em civis e nós estamos eliminando os líderes terroristas", disse Katz. "Os líderes do Irã vivem com a sensação de serem alvos. Continuaremos a caçá-los um por um."
Katz acrescentou que Israel também havia "prejudicado gravemente" as indústrias siderúrgica e petroquímica do Irã.
"Continuaremos a destruir a infraestrutura nacional iraniana e a levar à erosão e ao colapso do regime terrorista, bem como à sua capacidade de promover o terror e atacar o Estado de Israel", afirmou. (Com agências internacionais).



