Nenhum acordo definitivo foi fechado entre os Estados Unidos e o Irã, mas divergências foram reduzidas, de acordo com fontes ouvidas pela Reuters . O enriquecimento de urânio e o controle sobre o Estreito de Ormuz pelos iranianos continuam sendo os principais pontos de impasse entre os dois países, de acordo com a agência, citando fontes do alto escalão do país.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a reforçar que o Irã não pode ficar com o urânio e que os EUA vão receber o material do Irã e "provavelmente" destruí-lo.
As negociações entre os dois países continuam por meio da mediação pelo Paquistão. Representantes paquistaneses estão em conversas "intensas" com Teerã, segundo a Al Jazeera , com o ministro do Interior do país visitando o Irã pela segunda vez na semana.
No entanto, fontes ouvidas pela agência árabe apontam versões distintas sobre o avanço no cenário: enquanto uma afirma que os negociadores estão "muito perto de chegar a um acordo", outra fala que ainda é muito cedo para saber se um tratado "sério e definitivo" está ao alcance.
Reforçando a tese de que o acordo ainda não está pronto, a TV Al Arabiya afirmou, também citando fontes do alto escalão iraniano, que o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, não deve ir ao Irã ainda na noite desta quinta-feira, 21. Na quarta-feira, outros veículos de imprensa da região apontaram que o comandante iria à Teerã apenas caso a versão final do acordo fosse concluída.




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