As Forças Armadas dos EUA identificaram nesta segunda-feira (20) dois militares mortos na semana passada no âmbito da guerra com o Irã. Em comunicado, o Departamento de Defesa informou que o 1º tenente Tyler James Feehan, de 25 anos, de Ewa Beach (Havaí), e a soldado Isabella Gonzales, de 19 anos, de Carrollton (Texas), morreram na Jordânia, onde apoiavam uma missão americana contra o grupo Estado Islâmico. As circunstâncias das mortes não foram detalhadas.
No sábado, o Comando Central dos EUA (Centcom) afirmou que dois militares morreram na Jordânia ao se defenderem de ataques iranianos com mísseis balísticos e drones.
Segundo os militares americanos, o total de mortos dos EUA na guerra com o Irã soma 17. As baixas evidenciam que o conflito, marcado pelo uso de drones, mísseis e aeronaves, traz riscos letais mesmo fora do território iraniano. Com tropas distribuídas pelo Oriente Médio, outros países da região se tornam potenciais alvos de Teerã à medida que os combates se intensificam após o fracasso de negociações de paz.
O presidente dos EUA, Donald Trump, alega que a guerra é necessária para impedir que o Irã desenvolva armas nucleares.
Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, os EUA registraram mortes em diferentes frentes. Um ataque de drone iraniano a um porto civil no Kuwait matou seis soldados de uma unidade de suprimentos e logística baseada em Iowa. Um sétimo militar morreu mais de uma semana depois, em decorrência de ferimentos sofridos em 1º de março, durante um ataque à base aérea Prince Sultan, na Arábia Saudita.
Em março, seis militares morreram quando um avião-tanque KC-135 que apoiava operações americanas caiu no Iraque. A aeronave estava em espaço aéreo "amigo" quando ocorreu um incidente não especificado envolvendo outra aeronave, segundo o Centcom.
Nesta segunda-feira, os militares também informaram a morte de um piloto da Marinha em um acidente de helicóptero no Mar da Arábia. A Marinha havia descrito inicialmente a queda, em 1º de julho, como um pouso de emergência e disse não haver indícios de ação hostil. Os outros três tripulantes foram resgatados.
A baixa mais recente ocorreu no sábado, no norte do Iraque, quando um militar americano morreu durante uma "detonação controlada" de artefatos não detonados de um drone iraniano abatido, segundo o Centcom. Um segundo militar ficou ferido e recebeu atendimento por lesão leve. Os militares disseram que vão divulgar mais detalhes apenas 24 horas após a notificação das famílias.
Autoridades iranianas afirmam que ao menos 50 pessoas foram mortas e mais de 500 ficaram feridas em ataques dos EUA nas últimas três semanas, incluindo oito mortos em um ataque a uma ponte na sexta-feira. O conflito também vitimou tripulantes de navios, além de estrangeiros e civis em países do Golfo, Israel e Líbano. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast , sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.



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