As Forças Armadas dos Estados Unidos realizam, nesta sexta-feira (3), uma operação de emergência para localizar e resgatar os pilotos de um caça F-35 abatido pelo Irã. Segundo fontes do governo norte-americano e da Casa Branca, os militares conseguiram se ejetar após a aeronave ser atingida por sistemas de defesa aérea iraniana.
Enquanto Washington mobiliza esforços de busca, o governo do Irã ofereceu recompensas para cidadãos locais que ajudem a capturar os pilotos, com agências estatais relatando que um dos militares já pode estar sob custódia.
O regime de Teerã afirmou que o jato foi "completamente destruído" enquanto sobrevoava o centro do país e divulgou imagens dos supostos destroços. Este é o segundo incidente envolvendo um F-35 — considerado um dos aviões mais modernos e "invisíveis" do mundo — desde o início do conflito, há pouco mais de um mês. No caso anterior, em março, uma aeronave foi atingida e obrigada a realizar um pouso de emergência em uma base aliada no Oriente Médio.
Até o momento, o Pentágono mantém cautela e não emitiu um pronunciamento oficial sobre o estado de saúde dos pilotos ou os detalhes da missão de resgate. O abatimento de uma tecnologia de quinta geração, como o F-35 da Lockheed Martin, representa um marco militar significativo, já que a aeronave foi projetada justamente para evitar a detecção por radares inimigos. A região onde os pilotos teriam caído segue sob intenso monitoramento de helicópteros e aviões de transporte C-130.


