KUALA LUMPUR, 21 Out (Reuters) - A Malásia proibiu os funcionários públicos de usar o aplicativo de navegação Waze, da Alphabet, alegando preocupações com a segurança relacionadas à sua origem em Israel.
A Malásia, de maioria muçulmana, é uma defensora ferrenha da causa palestina e não mantém relações diplomáticas com Israel.
O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, ordenou a proibição “para proteger as informações do governo e os dados pessoais dos usuários contra a ameaça de uso indevido pelo regime israelense”, informou seu gabinete em comunicado na quarta-feira.
Google, empresa controladora do Waze, e a embaixada de Israel em Cingapura não responderam imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.
Um dia antes, Anwar afirmou em uma postagem no Facebook que o governo estava analisando possíveis riscos à segurança decorrentes do uso do Waze, que, segundo ele, “estava sujeito às leis israelenses”.
(Reportagem de Rozanna Latiff)
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