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Trump afirma que EUA "vencerão facilmente" no confronto com o Irã

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Trump afirma que EUA "vencerão facilmente" no confronto com o Irã
Presidente dos EUA, Donald Trump - Foto: Reprodução
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (2) que o país está confiante na vitória no confronto com o Irã. “Venceremos facilmente. Estamos à frente das nossas projeções. Especulamos de 4 a 5 semanas, mas pode durar mais tempo”, disse ele sobre a operação militar em curso. Trump destacou que os ataques têm como objetivo destruir a capacidade iraniana de desenvolver mísseis e armas nucleares, além de impedir que o país financie ou direcione exércitos fora de suas fronteiras.

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Os comentários de Trump ocorreram após ataques coordenados de Estados Unidos e Israel no último sábado (28), que resultaram na morte do líder supremo Ali Khamenei e de comandantes militares iranianos. Em retaliação, o Irã lançou ofensivas contra Israel e bases americanas no Oriente Médio, incluindo ataques com drones que atingiram um caminhão-tanque no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de petróleo.

O governo iraniano classificou a morte de Khamenei como uma “declaração de guerra contra os muçulmanos” e prometeu vingança. Em meio ao luto, o país elegeu um líder interino e anunciou que escolherá um novo líder supremo “em um ou dois dias”, mantendo a continuidade política durante a escalada do conflito.

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A crise tem repercussão internacional. O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, criticou os ataques como “clara violação do direito internacional” e reforçou esforços diplomáticos para buscar um cessar-fogo. Enquanto isso, brasileiros no Oriente Médio relatam medo e insegurança, com cancelamento de voos, sirenes e dificuldades de comunicação nas cidades afetadas pelas hostilidades.

Especialistas alertam que a situação ameaça a estabilidade regional e global, devido à importância do Estreito de Ormuz para o transporte de petróleo. A Otan afirmou que não há planos de intervenção direta, mas acompanha o desenvolvimento da crise, enquanto governos internacionais buscam medidas para conter a escalada militar na região.

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